Escolas particulares e públicas
Que receberam estudantes neurodivergentes e precisam organizar o atendimento sem transformar a inclusão em tarefa de uma professora só.
Publicar pesquisa é metade do trabalho. A outra metade é entrar na escola e ajudar a equipe a transformar o que se sabe em rotina — no plano de aula, no conselho de classe, na conversa com a família.
Que receberam estudantes neurodivergentes e precisam organizar o atendimento sem transformar a inclusão em tarefa de uma professora só.
Que querem formar várias equipes com o mesmo repertório e alinhar o que cada escola entende por adaptação curricular.
Que precisa apoiar o professor na hora de montar o plano individualizado e de acompanhar se ele está funcionando.
Que acabaram de receber um diagnóstico e não sabem o que pedir à escola, o que é direito e o que é negociação.
Encontros de formação para professores, coordenação e apoio, construídos sobre os casos reais daquela escola — não sobre exemplo de slide.
Orientação para construir e revisar o PEI e as adaptações curriculares junto com quem vai aplicar, e não em documento que fica na gaveta.
Conversa com a família sobre o que esperar da escola, o que pedir, o que a lei garante e como acompanhar o percurso do filho.
Você conta a situação da escola: quantos estudantes, quais demandas, o que já foi tentado. Sem custo e sem compromisso.
Visita ou reunião com a equipe para entender a rotina real — o que trava não costuma ser o que aparece no relatório.
Você recebe por escrito o que será feito, em quantos encontros, com quem e em qual prazo. Aí decide.
Formação, construção dos planos e apoio à equipe, presencial ou a distância, conforme o combinado.
Retorno depois de um tempo para ver o que pegou e o que precisa ser ajustado. Formação sem acompanhamento rende pouco.
A primeira conversa não tem custo. Conte o caso e a gente diz se dá para ajudar — e como.